Marcus Quintão

Escrituras · Leitura e comparação

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NVI 2011

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    Marcos 4

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    NVI 2011Nova Versão Internacional 2011
    1Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia.
    2Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino:
    3"Ouçam! O semeador saiu a semear.
    4Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram.
    5Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda.
    6Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
    7Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas, de forma que ela não deu fruto.
    8Outra ainda caiu em boa terra, germinou, cresceu e deu boa colheita, a trinta, sessenta e até cem por um".
    9E acrescentou: "Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!"
    10Quando ele ficou sozinho, os Doze e os outros que estavam ao seu redor lhe fizeram perguntas acerca das parábolas.
    11Ele lhes disse: "A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas,
    12a fim de que, " ‘ainda que vejam, não percebam; ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser perdoados!’ "
    13Então Jesus lhes perguntou: "Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras?
    14O semeador semeia a palavra.
    15Algumas pessoas são como a semente à beira do caminho, onde a palavra é semeada. Logo que a ouvem, Satanás vem e retira a palavra nelas semeada.
    16Outras, como a semente lançada em terreno pedregoso, ouvem a palavra e logo a recebem com alegria.
    17Todavia, visto que não têm raiz em si mesmas, permanecem por pouco tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandonam.
    18Outras ainda, como a semente lançada entre espinhos, ouvem a palavra;
    19mas, quando chegam as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas sufocam a palavra, tornando-a infrutífera.
    20Outras pessoas são como a semente lançada em boa terra: ouvem a palavra, aceitam-na e dão uma colheita de trinta, sessenta e até cem por um".
    21Ele lhes disse: "Quem traz uma candeia para ser colocada debaixo de uma vasilha ou de uma cama? Acaso não a coloca num lugar apropriado?
    22Porque não há nada oculto, senão para ser revelado, e nada escondido, senão para ser trazido à luz.
    23Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça!
    24"Considerem atentamente o que vocês estão ouvindo", continuou ele. "Com a medida com que medirem, vocês serão medidos; e ainda mais acrescentarão para vocês.
    25A quem tiver, mais lhe será dado; de quem não tiver, até o que tem lhe será tirado".
    26Ele prosseguiu dizendo: "O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra.
    27Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como.
    28A terra por si própria produz o grão: primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga.
    29Logo que o grão fica maduro, o homem lhe passa a foice, porque chegou a colheita".
    30Novamente ele disse: "Com que compararemos o Reino de Deus? Que parábola usaremos para descrevê-lo?
    31É como um grão de mostarda, que é a menor semente que se planta na terra.
    32No entanto, uma vez plantado, cresce e se torna uma das maiores plantas, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra".
    33Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber.
    34Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola. Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo.
    35Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado".
    36Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam.
    37Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água.
    38Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos?"
    39Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança.
    40Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?"
    41Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?"

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